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Menino ora no supermercado diante de um cartaz que revela uma triste realidade

01 JUN 2018
01 de Junho de 2018

Um menino se ajoelhou e começou a orar em um supermercado diante dos olhos de centenas pessoas. O motivo da oração foi um cartaz que revelava uma situação terrível que acontece todos os dias em nossa sociedade.

A história começa quando uma mulher vai com seu filho em um Supermercado da Rede Walmart, nos Estados Unidos, enquanto faz compras, ela percebe que a criança não estava mais ao seu lado, então ela entra em pânico. Seu filho Braydon havia desaparecido.

Após instantes de medo, ela realizou a busca em todo o supermercado, até encontrá-lo.

A mulher ficou surpresa quando viu seu filho de joelhos orando. “Eu não entendia o que ele estava fazendo ali”. Quando ela começou a se aproximar, ela notou um cartaz em frente de seu filho, ela parou e leu, então pode entender o porquê o seu filho estava ali.

O cartaz dizia: “Cada segundo conta“. Havia fotos de crianças que haviam desaparecido ao lado dessas palavras. O pequeno Braydon havia deixado a mãe para ver o cartaz e começou a pedir a Deus que essas crianças voltassem para suas famílias.

No momento em que a criança orava, alguém tirou uma fotografia e rapidamente a história tornou-se viral nas redes sociais. Muitos elogiaram a criança pela tão nobre ação. Uma página no Facebook dedicada à busca de Aubrey Jayce Carroll, que desapareceu em 2016 e cuja foto aparecia no cartaz, descobriu a imagem e comentou:

“Eu não sei quem é esse pequenino, mas quero agradecer a você por orar por essas crianças. Um dessas crianças é meu primo Aubrey Carroll. Com certeza, isso tocou meu coração. Eu gostaria de agradecer pessoalmente a você. “

Segundo o FBI, em seus arquivos há milhares de casos de menores que continuam desaparecidos, porque nos Estados Unidos há quase 800.000 desaparecimentos entre crianças e adolescentes por ano, dos quais 200.000 são sequestrados por parentes e 58.000 por desconhecidos ou por criminosos. Autoridades estimam que 3 de cada 4 crianças desaparecidas são privadas de vida nas primeiras três horas.

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